QUARTA-FEIRA, 20 DE JUNHO DE 2018
DATA: 07/06/2018 | FONTE: midiamax Falta de médicos nos postos de saúde é principal causa da superlotação nas UPAS Pacientes recorrem às UPAs mesmo em casos simples

A falta de médicos nos postos de saúde ( tanto nas Unidades Básicas de Saúde e quanto  nas Unidades Básicas de Saúde da Família) é apontada  pela principal causa para a superlotação e demora nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) em Campo Grande. Sem estrutura adequada e com poucos profissionais para o atendimento, os pacientes ignoram os postos de saúde e recorrem diretamente às UPAs para atendimentos de baixa complexidade e que não sejam urgentes.

A coordenadora do Conselho Municipal de Saúde (CMS), Maria Auxiliadora Vilalba Fortunato, afirma que a saída para desafogar a saúde pública é valorizar a atenção básica. “Para desafogar a situação, tem que fortalecer a atenção básica, fazer um trabalho de investir no profissional e na estrutura, para que a população possa olhar com outros olhos. Hoje em dia, o usuário vê como algo que não funciona, o paciente não consegue consulta, não tem equipe para atender”, explica.

O investimento da estrutura física, nos equipamentos e na equipe das unidades básicas de saúde são a saída para dar fim à superlotação das unidades de pronto atendimento, segundo a coordenadora. “A UPA é adequada para casos de emergência, mas as pessoas vão lá por que sabem que serão atendidas. Já nas UBS e UBSF dos bairros, o paciente não consegue atendimento, não tem agenda, tem muitas coisas que precisam melhorar para que o paciente volte a frequentar a unidade básica”, diz.

18/06/2018 Prevenção é essencial para quebrar ciclo de transmissão do HIV, diz chefe da ONU
SAUDE
16/06/2018 Santa Casa de Campo Grande capta segundo coração em 2018 que é levado a SP
SAUDE
15/06/2018 Reaberto, Hospital de Cirurgias leva 51 dias para começar a operar pacientes
SAUDE
13/06/2018 Naviraí desenvolve o programa SUAS e Você
SAUDE
© JORNAL DO CONESUL | TODOS OS DIREITOS RESERVADOS