QUINTA-FEIRA, 20 DE SETEMBRO DE 2018
DATA: 14/03/2018 | FONTE: sul news Prefeita é alvo de inquérito após calote de R$ 1,2 milhão em hospital
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul instaurou inquérito civil para apurar ato de improbidade administrativa da prefeita Délia Razuk (PR) e do secretário municipal de Saúde - Renato Vidigal por um suposto calote de R$ 1,2 milhão ao HU (Hospital Universitário) de Dourados. De acordo com o promotor Ricardo Rotunno, o inquérito é desfecho da ação de cobrança movida no ano passado pelo HU após a prefeitura deixar de repassar o dinheiro enviado pelo Fundo Estadual de Saúde relativo aos atendimentos feitos de abril a junho do ano passado. No fim de 2017, a Justiça Federal determinou o bloqueio de R$ 1.282.195,20 das contas do município de Dourados para garantir o pagamento do hospital. Segundo o promotor, é preciso esclarecer a destinação da verba que entrou no cofre público, mas não foi repassada ao HU. O impasse entre o HU e a prefeitura existe há vários anos. O hospital reclama de constantes atrasos no pagamento e chegou a suspender o atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Em outubro do ano passado, a superintendente do HU, Mariana Croda, encaminhou ofício à presidente da Câmara Municipal - Daniela Hall (PSD) informando sobre a ação judicial para receber o valo atrasado. Na época, a Prefeitura alegou que não tinha dinheiro para pagar o hospital. No ofício à Câmara, Mariana Croda pediu investigação sobre o ato, já que a verba pública teria sido repassada pelo estado ao Fundo Municipal de saúde, mas o dinheiro não chegou ao hospital. Em Dourados, apenas o Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal sda Grande Dourados (UFGD), o Hospital da Vida, administrado pela prefeitura, e o Hospital da Missão Evangélica Caiuá – mais voltado à população indígena – são credenciados pelo SUS para atender uma região com pelo menos 800 mil moradores. Através da assessoria da prefeitura, o secretário Renato Vidigal informou que as pendências financeiras entre o HU e o município já foram resolvidas. Segundo ele, na época os pagamentos eram feitos através de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), já que o hospital não tinha contrato de serviço com a Prefeitura. Em 2018 a documentação foi regularizada. Vidigal alegou não ter conhecimento ainda do inquérito por improbidade.
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