QUINTA-FEIRA, 20 DE SETEMBRO DE 2018
DATA: 12/01/2018 | FONTE: R7 Filha de ídolo do Flamengo, Ana Petkovic lança primeiro disco

Ela nasceu na Espanha, mora na Sérvia, mas viveu 15 dos seus 20 anos no Brasil. Até por isso, Ana Petkovic, filha do lendário meia-atacante do Flamengo, se considera mais do que tudo uma brasileira.

Mas a cantora, que tem um disco lançado, não se limita às raízes que constituiu no País na hora de cantar e gravar. É no trabalho artístico que ela prova ser de fato uma cidadã do mundo.

Com influência de blues, rock, MPB e jazz, Ana compõe em diversos idiomas. O seu primeiro projeto, Mais e Mais (produzido por Max Viana e Línox) traz Ana mostrando o talento como compositora e intérprete, resgatando as músicas Quase um Segundo (Herbert Vianna), Nada Vai Mudar Isso (Paulinho Moska), The House of Rising Sun (The Animals) e Smoke Gets in Your Eyes (The Platters).

— Ter morado em tantos países na minha vida ajudou a formar essa característica na minha obra. E eu tentei tirar o máximo de cada experiência que tive em locais como China e Arábia Saudita, onde também vivi. Me integrei mesmo à sociedade deles.

"Componho bastante, mas sempre era em inglês, algumas vezes em castelhano. Nunca em português. Pensei que seria difícil, mas acabei me surpreendendo postivamente com o resultado e como soa minha voz nessa língua"
Ana Petkovic

Ana explica que essa é uma característica da família dela, já que o pai e a mãe nunca concordaram em viver apenas integrados à comunidade sérvia de cada local que eles passaram.

— Eles são muito abertos às novidades e isso foi importante na minha formação. Acredito que essa é uma característica do povo do nosso País. A situação lá é tão complicada e as pessoas têm tão pouca opoertunidade de viajar, que quando conseguem, extraem o máximo de cada experiência.

A iniciação musical de Ana foi cedo e motivada pela família. Petkovic nunca insistiu para que as duas filhas seguissem os seus passos e tentassem se destacar como atletas. E quando Ana mostrou que tinha interesse pela música, ele foi o maior entusiasta que ela poderia ter.

— Me matriculou em uma escola e aprendi a cantar. Na sequência, fui estudar guitarra elétrica e depois, piano. Quando ele chegava em casa, cansado dos jogos e treinos, pedia para eu tocar e cantar algo que aprendi na aula. Isso me deu segurança também.

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Ana e o pai, Dejan Petkovi, eterno craque do Flamengo      Divulgação

O pai foi importante também em fazer com que a filha decidisse a cantar também em português. Alfabetizada em inglês, Ana nunca tinha composto e cantado no idioma, mas quando Pet apresentou o produtor Línox para ela, as coisas mudaram.

 

— Eu componho bastante, mas sempre era em inglês, algumas vezes em castelhano. Mas nunca em português. Pensei que seria difícil, mas acabei me surpreendendo postivamente com o resultado e como soa minha voz nessa língua. Agora quero tentar o francês assim que possível.

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